quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Planejamento de aula
1.Tema: Era uma vez mais uma vez... – Recontando “Os Três Porquinhos”

          É imperativo o uso das novas tecnologias no ambiente da sala-de-aula no atual contexto educacional.
Quando o aluno está realizando suas primeiras navegações na internet é gratificante observar a admiração e satisfação que este demonstra quando utiliza o hipertexto, diante da facilidade de pesquisa e esclarecimento quase que instantâneo do tema procurado.
Com o avanço das novas tecnologias na educação, começamos a ter uma modificação na forma de ensinar e aprender, tanto nos cursos presenciais como nos de educação perdemos tempo demais, aprendemos muito pouco, nos desmotivamos continuamente. Tanto professores quanto os alunos têm a clara sensação de que em muitas aulas convencionais perdemos muito tempo.

2 Objetivos

2.1. Objetivo geral         
Despertar nos alunos a importância das novas tecnologias no contexto da sala-de-aula, levando-os à reflexão sobre sua utilização e disponibilidade, considerando que cada cidadão tem o direito de usufruir destas ferramentas, bem como, o dever de utilizá-las de maneira responsável.

2.2 Objetivos específicos   

            * Utilizar os recursos tecnológicos de maneira que o aluno possa desenvolver com facilidade técnicas que o ajude ao longo do aprendizado.
            * Incentivar o trabalho em grupo.
            * Desenvolver debates de forma que o aluno interaja com o conteúdo.
            * Reproduzir historia embasado em historias já conhecidas.

3.Conteúdos

            * Produção de texto e leitura
            * A importância da tecnologia da informação e comunicação.
            * Reprodução ilustrativa.
            * A aprendizagem relacionada a hipertexto utilizando sites de pesquisa.
4. Justificativa

          Orientar os alunos a lidarem da melhor maneira com a era digital, utilizando recursos pedagógicos. Sabendo que essa realidade esta explicita nesse mundo. Assim é um meio de aprimorar ainda mais o conhecimento, onde os educadores utilizam estas ferramentas para despertar o interesse dos educandos.

5. Metodologia

         O educador pesquisará na sala sobre o conhecimento que cada aluno tem com a história. E lhes pedirão relatos.
            Após a pesquisa, o professor reconta a história. E logo pede aos alunos para refazê-la em produção textual e ilustrativa, levando em consideração o seu ponte de vista.
Orientar os alunos a exporem seus trabalhos no site, e divulgar o processo de elaboração.

6. Recursos
           
            * Tablet
            * Computador
            * Internet
            * Celular
            * Livros
            * Caneta e papel
           
7. Tempo/ Durabilidade

5 aulas

8. Publico alvo

7º ano ensino fundamental

9. Avaliação

            Avaliar os textos propostos, com base no objetivo construído. Diagnosticar e solucionar as duvidas dos alunos. Trabalhar em cima da gramatica.

10. Atividades

* Produção de texto
            * Elaborar atividade tecnológica


Maria Aluzani e Daniel Santos
Planejamento de aula

1.      Tema era uma vez mais uma vez... -‘‘recontando os três porquinhos. ’’

      A aplicação da TIC, (tecnologia de informação e comunicação) transformou o âmbito educacional de forma intensa, transformando consequentemente a metodologia pedagógica e mais ainda o ponto de vista dos alunos, que agora conectados 24 horas, dispõem de uma formação de ideias mais críticas e levando assim ao enriquecimento de opiniões, formando pessoas com ideais inovadores e um embasamento muito mais vasto. Levando os mesmos a um nível de intelectualidade e diplomacia até então nunca alcançados.
       A oratória também é desenvolvida com eficiência, uma vez que a mesma é utilizada frequentemente, pois o discurso entre aluno e professor proporciona a esse aluno mais segurança ao falar, ao invés de oprimi-lo por ser um ‘‘simples aluno’’, que tenta se expressar em meio a soberania do (a) professor (a), do modo que até então era tido no antigo método pedagógico. Além do discurso com precisão, concebendo segurança ao falante, resultado do embasamento abundante.
      As possibilidades de compreensão e de abordagem se tornam incontáveis ao analisar-se um mesmo assunto, inclusive ao recontar uma simples história.

2- Objetivo

2.1 - Objetivo Geral




Usufruir com abundância das diversas facetas que podem ser levantadas a cerca de um mesmo objeto de pesquisa. Através dos diversos pontos de vista levantados com base em leituras feitas por meio de recursos tecnológicos, possibilitando um maior desenvolvimento de escrita e uma desenvoltura considerável na leitura resultando em uma aula lúdica, dinâmica e mais proveitosa.

2.2 – Objetivos específicos

·         Incentivar o aluno a discursar (prepara o aluno para o uso da oratória).
·         Aguçar a criatividade do aluno.
·         Utilizar dos recursos tecnológicos que tanto atrai o aluno para implantar na educação fazendo com que o aluno se identifique mais.
·         Auxiliar o aluno a adaptar-se em grupo, desenvolvendo trabalho coletivo.
·         Salientar no aluno a habilidade da produção textual e leitura.

3- conteúdos

·                     produção de texto
·                     leitura
·                     desenvolvimento da oralidade

4- justificativa

    Atualizar o âmbito educacional para com a realidade de seus alunos, motivando-os a se dedicarem mais e os manterem menos dispersos, com simples fato de atualizar a metodologia de ensino para a era digital, era essa a que esses alunos estão inseridos.

5- Metodologia

   Propor a um primeiro momento um atividade de interação dos alunos para que o profissional da educação consiga identificar as dificuldades particulares de cada um.
   Depois trabalhar para sanar essas dificuldades.
   Criar redes sociais para a turma interagindo assim a educação a realidade dos mesmos.
  Propor uma pesquisa da historia de três porquinhos, e pesquisar qual a sua real intenção entre outros detalhes, (o que incentiva no aluno a percepção de que sempre se diz algo nas entrelinhas) e que cada um crie a sua própria versão de três porquinhos, o que além de instigar a capacidade criativa dos alunos, os capacitará gradativamente para um discurso oratório por exemplo.
  Depois de postar nas redes sociais os textos, haverá a socialização dos mesmos em sala, para que haja interação com os colegas e também para não mecanizar tanto a aula.
    Dividir a sala em grupos para determinar a cada grupo uma responsabilidade de publicidade das redes sociais.
   
6- Recursos

·                     internet
·                     Celular
·                     tablets
·                     computadores
·                     papel
·                     caneta
·                     Livros para pesquisa da história

7- Tempo/Durabilidade

5 aulas

8 – Público alvo

8º ano de ensino fundamental

9- Avaliação

Analisar gramaticalmente as dissertações postadas, o que foi conseguido absorver por parte dos alunos dos objetivos, Analisar os discursos, e trabalhar as dificuldades encontradas após a analise de ambos.

10- Atividades

·                     Produção de texto
·                     Apresentação do mesmo em forma de discurso


Ketley e Elizabeth 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

TIC


                                        TIC PORTA DE MUDANÇAS EDUCACIONAIS

      A TIC (tecnologia de informação e comunicação) quebra a barreira tradicionalista pedagógica, e revela uma nova faceta educacional, de grande relevância, totalmente inovadora, desencadeando desse modo, um novo horizonte educacional. Onde se almeja mais, e se colhe mais, proporcionando uma eficiência pedagógica até então nunca vista, com a metodologia diferenciada, que visa instigar o aluno a pensar, e não o obrigar a concretizar um único conceito, sobre determinado assunto.
      Com a inovação resultante da implantação da TIC na educação, mudaram também as metodologias que proporciona ao aluno uma aula mais dinâmica e participativa.
    Com tantos meios de comunicação disponíveis o fluxo de informações se amplia vastamente, o que irá enriquecer a fertilidade de opiniões para se escrever sobre algo, tornando as aulas menos monótonas, pois fugindo da metodologia de ensino tradicional, abre-se um leque de possibilidades a cerca de um mesmo assunto, tornando o aluno mais precavido para a realidade da vida, onde nada é tido como verdade absoluta, estará o mesmo apto a mudança de conceitos e o melhor sempre atualizado, pois a virtualidade nata do século XXI, proporciona a atualização constante.
   No entanto surge um dilema, com tantas informações disponíveis, como um aluno terá a capacidade de disseminar as boas das más informações? A quem cabe o dever de ensinar os mesmos a utilizarem a TIC ao seu favor?
   São muitas as questões que cabem serem enfatizadas sobre esse assunto. Essa é uma questão que ainda não tem uma solução. Os professores os auxiliam na medida do possível, mas, com tanta exaustão resultante da sobrecarga horária, não consegui alcançar com eficiência o foco.
   O governo investe, cria laboratórios de informáticas, que pouco a pouco vem melhorando, doa tablets aos alunos e coloca internet a disposição dos mesmos, porém esse é apenas o primeiro passo, investir em tecnologia, pois esses alunos já fazem parte da era digital, e o investimento no mundo em que eles já estão inseridos, é um marco importante, pois mostra que assim como o mundo está evoluindo, a metodologia educacional também está.
    Mas ainda se tem muito que trabalhar para solucionar o problema, uma solução cabível para é utilizar os meios de tecnologia que dispersam tanto os alunos das aulas tradicionais, a favor da educação, porque não criar uma disciplina, que faz parte da grade curricular, com professores formados na área? E além dos pontos levantados acima poderia implantar novas metodologias de escrita, como criar páginas de redes sociais para cada turma, criar blogs para haver interação e instigação dos alunos, e também criar paginas alternativas para incentivar o uso de livros pois apostar na miscigenação de metodologias tem tudo para dar certo, os livros podem entrar também como recursos tecnológicos da nova era.

Ketley, Maria Lucia, Zildete, Franciele, Elizabeth. 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

KEILIANE SOUSA E WANDERSON LUIZ


“A prática educativa não se reduz à escola e ao ensino. A intervenção educativa ocorre em muitos lugares, mediante variadas formas, por meio de diversas agencias. Há, portanto, agentes educativos convencionais – família, escola, comunidade –, como há instituições sócias, culturais, civis, recreativas, meio de comunicação etc. A escola, portanto, não detém o monopólio do saber.” LIBANEO.

            Em um mundo que permuta as mudanças sociais, devemos acima de qualquer pratica pedagógica nos encaixar e adaptarmos as mudanças. Se o mundo e outro, se os alunos são outros se os professores são outros, porque as praticas pedagógicas continuam as mesmas de 10, 20, 30 anos atrás?

            Pensando nestas questões pertinentes que rodeiam as praticas pedagógica devemos ter reflexão sobre nossos métodos de ensino, uma vez que, o ensino visa alimentar e fazer a manutenção da roda viva da sociedade. As tecnologias vêm com uma ferramenta de suma importância para essa manutenção, e, como instrumento de ensino ela viabiliza a interdisciplinaridade de diversas matérias tornando o ensino cada vez mais dinâmico é eficiente.  A integração dos tcis nas salas de aula coloca ao alcance de todo um primeiro contato com os recursos tecnológicos que são tão presentes em nossa vida social.


            Não e uma um problema pensar uma nova pratica pedagógica. As novas exigências educacionais, o novo papel da escola e dos professores, a qualidade do ensino e a formação inicial e continuada de professores, diante da integração dos meios de comunicação no ambiente escolar são fatores de suma importância. Pensar em nova escola e pensar em uma escola que integre o cotidiano (mudanças sociais) dos alunos, e passe a diante a sistematização do ensino através de ferramentas tecnológicas.  


PLANO DE AULA

 Discentes: Brenda Barbosa e wanderson Luiz
Tempo previsto: 4 hrs de aula
Série: 2º ano das séries iniciais

Tema: Trabalhar a capacidade cognitiva das crianças através das novas tecnologias.

Objetivos:
·         Usar os recursos tecnológicos para aprimora o conhecimento do aluno.
·         Compreender e interpretar a história trabalhada.
·         Promover vídeos com que os alunos usem a criatividade
·     Analisar a criatividade e participação dos alunos nas atividades propostas para observar o rendimento do aluno.

Procedimentos:

1° Momento: Os professores iniciaram a aula mostrando através do notebook e Data Show, um vídeo sobre a real história da Chapeuzinho Vermelho.
2° Momento: Discutir a moral da histórica com os alunos oralmente.
3° Momento: Mostra outro vídeo com uma nova versão da história de Chapeuzinho Vermelho.
4º Momento: Analisar a opiniões dos alunos sobre a nova demonstração e propor atividade dinâmicas.
5° Momento: Construção de um texto elaborando uma nova história, mantendo a moral do conto e os personagens.
6º Momento: Leitura coletiva dos textos.

7º Momento: Elaborar um mural com todas as histórias feitas pelos alunos.

sábado, 25 de outubro de 2014

DIRECIONAMENTO: 6° AO 9° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

TEMA: Contextualização política através das novas tecnologias.
Duração: três aulas de 45min.
Objetivo geral: Com o manuseio das novas tecnologias, possibilitar a inserção dos alunos ao panorama político, com a mediação do professor (carregado de ideologias políticas, sociais, econômicas, culturais, etc.), desenvolvendo um perfil social ativo responsável capaz de atribuir juízo de valor às informações confrontadas.
1° momento: Os alunos serão encaminhados à sala de informática aonde sentarão em dupla para contextualizarem as diversas informações políticas, através de endereços eletrônicos (site) escolhidos e fornecidos pelo professor. Permanecerão nessa atividade pelo período de duas aulas, ou seja, 01h30min.
2° momento: Durante todo o período correspondente ao 1° momento, o professor instiga os alunos á questionarem a idoneidade das informações estabelecidas na internet, levando em consideração a possibilidade de a linguagem ser utilizada como meio de dominação.
3° momento: Os atores da educação – professor e aluno – retornarão à sala de aula, aonde formarão uma mesa redonda que, através das interrogações do professor, discutirão as informações visualizadas na internet. Imagina-se que por 45min, haverá um debate entre à turma.
Lucas Dourado e Maria Lucia ALves

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Novas tecnologias /21/10/14

Fazer um plano de aula de acordo com o texto distribuído pela professora Franciele.

             Iremos planejar uma aula de sexto a nono ano, levando em consideração que teremos somente três aulas para aplicar o exercício. e os exercícios aplicados nas aulas tem de alguma forma usar as novas tecnologias 

1º parte da aula: passar um vídeo que conta a estoria original do corcunda de Notre Dame, usando um aparelho de televisão e um DVD. obs: essa estoria não deve ter mais de quarenta minutos de duração, o que é equivalente a uma aula.
2º parte da aula: logo apos o termino do filme, irei fazer algumas perguntas para os alunos a respeito do filme, para fazer com que eles reflitam sobre o filme.
3º parte da aula: na terceira e ultima parte da aula eu irei fazer com que os alunos formem pequenos grupos, em seguida vou emprestar uma câmera para cada grupo para que possam filmar uma pequena encenação feita por eles mesmos, sendo que essa encenação seja baseada na estoria assistida, eu vou ressaltar aos alunos que as peças não precisam ser fieis a estoria assistida, podendo sofrer alterações em relação a estoria original.
4º parte da aula: agora iremos reunir toda a sala para assistir a todas os curtas feitos pelos alunos.


componentes: Milton Cássio, Dieime Clis.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Novas tecnologias na Escola


Sabemos que as novas tecnologias aumentam as chances de construção de conhecimento, e o microcomputador ocupa um lugar de destaque, entre as tecnologias pelo poder de processamento de informação que possui como ferramenta e que permite aos seus usuários (professores e alunos), o estabelecimento  de novas relações para a construção de conhecimento.
Segundo (LINARD 1990, p. 86), O papel do computador como mediador interfere de forma complexa e ambivalente em nossos processos mentais por apresentar características ao mesmo tempo semelhantes e diferentes das nossas, mas é necessário que o computador seja adequado à atividade humana transformadora, pois sua simples presença na escola não assegura uma melhoria do processo ensino- aprendizado, o professor não deixa de ser funcional no milênio das tecnologias, já que o aluno sempre necessitara de um mediador que faça à ponte entre o conhecimento e o aluno.
O computador é uma ferramenta da cultura, que autores contemporâneos como (P. LEVY 1993), consideram de forma qualitativa significativa. Antes de sua criação e disseminação, que o tornou cada vez mais acessível a não especialistas, se dispunha das formas oral e escrita da linguagem como ferramentas mentais, como diziam Vigostsky.
O objetivo de introduzir novas tecnologias na escola é para fazer coisas novas e pedagogicamente importantes que não se pode realizar de outras maneiras.

Milton Cássio, Henrique Oliveira, Dieime Clis, Liniqui Cunha, Wanderson Luiz, Daniel Santos,  Débora Nogueira e Brenda Pereira.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO (TIC)

                   Já passados mais de 2.000 ( dois mil) anos de história, torna-se indispensável entendermos o contexto que impulsionam as mudanças presentes e, provavelmente, influenciará o futuro: a epidemia tecnologica contemporânea.
Desse modo, observa-se a presença maciça de meios tecnológicos na execução das diversificadas atividades humanas, inclusive na educação. Porem, há algumas divergências que nos fazem (re) pensar a importância e a aplicabilidade de tais conceitos – junto a atuação docente – em prol da aprendizagem articulada e autonôma do educando.
Entretanto, verifica-se a possibilidade potencializadora de aprendizagem contida nos múltiplos recursos tecnológicos... Mas, precisa-se destacar também a importância exercida pelo professor nesse processo.
O profissional da educação munido de meios, e condições de operá-los, que viabilizem à sua atuação (recursos tecnologicos); Compromissado com o seu papel social na formação de cidadãos conscientes; Reconhecido remuneradamente por um salário digno e incentivador; Que tenha a oportunidade de receber uma formação continuada... Torna-se elemento fundamental  na condução da educação.
Portanto, precisa-se reconhecer que uma postura coerente do educador, carregado de objetivos e ideologias (politico, social, econômico, cultural, etc.), aliado ao cárater potencializador das tecnológias, em pleno desenvolvimento na “era da informação”, jamais foi tão almejado em toda a história para a formação interativa da raça humana.


Lucas Dourado
Maria Aluzani
Fábio


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A ausência da tecnologia no século XXI


Os recursos tecnológicos estão em constante atualização, e nós devemos  estar prontos para acompanhar  essa evolução, uma vez que a tecnologia se encontra em todas as partes da nossa vida, seja em casa, no trabalho, na escola e até mesmo quando estamos caminhando pelas ruas da nossa cidade.

Tendo em vista esse principio, imaginemos o mundo atual sem o auxilio dos recursos tecnológicos, seria no mínimo caótico tendo em vista que nós seres humanos somos totalmente dependentes de tais recursos, pois os mesmos contribuem de sobremaneira para a solução de muitos problemas que encontramos no nosso dia a dia, como por exemplo a necessidade de enviar um memorando para o chefe do trabalho ou até mesmo mandar um convite de aniversario para um parente distante, sem fomentar a ideia de viver em mundo sem a energia elétrica já que esta é a fonte de alimentação para a maioria das tecnologias presentes no mundo.

Diante disso entende-se que seria quase que inimaginável viver em pleno século XXI sem as tecnologias para subsidiar as nossas necessidades cotidianas, seria o mesmo que voltar para o tempo das cavernas uma verdadeira catástrofe 

Dieime Clis Ferreira Alves